terça-feira, 3 de junho de 2014

O opressor e o oprimido!

Os assuntos mais falados hoje em dia são: o governo de Dilma, Copa do Mundo, protestos e etc. Eu não tenho nada contra pessoas que gostam dessas coisas! Eu sou contra o sistema, contra o opressor!

Acho que, além de desorganizado, nosso país é mal governado. Nossa presidente dá prioridade para assuntos não tão importantes. Saúde, educação e liberdade estão em decadência. Ninguém nota, mas estamos vivendo uma bela Ditadura Militar, sendo altamente oprimido pelo governo.

Mas não adiantaria muita coisa querer mudar apenas a presidente, se o resto do planalto é corrupto. 
A corrupção vem desde a raiz, desde quando falavam em liberdade e 65% da população eram escravos.

Quando o povo puder dizer e fazer o que pensa e o que quer livremente, sem ter alguém para apontar o dedo e dizer que está errado, aí poderemos dizer que realmente não somos oprimidos e nem "escravos" de um sistema!

Por enquanto, as pessoas só escutam calados!


Obrigado por ler!
By: Letícia.V

(Texto extraído do meu trabalho de português sobre artigo de opinião!) :D (tirei nota 10!!!)

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Lançamento Anistiado do Livro Negro da Ditadura

Caros Leitores aqui esta uma grande notícia (que eu fui saber hoje!):

Nesse sábado, dia 31 de maio, às 11 horas na Câmara de Vereadores de Jaraguá do Sul, haverá debate e lançamento da segunda edição em fac-símile do "Livro Negro da Ditadura Militar", cuja primeira edição foi publicada e distribuída clandestinamente no auge da ditadura militar pelo grupo revolucionário Ação Popular (AP). 
Falam sobre essa experiência o jornalista José Carlos Rui e o Professor Divo Guisoni, envolvidos na elaboração da primeira edição do livro em 1972 e destacados militantes da imprensa clandestina e alternativa entre os anos 1960 e 1980

O Livro negro da ditaduraEm 1972, a ditadura iniciada em 1964 chegava ao seu ápice. Nunca se torturou, assassinou e censurou tanto. Justamente naquele ano foi publicado o "Livro Negro da Ditadura Militar". Iniciativa do grupo revolucionário Ação Popular (AP), ele é um caso único na saga da resistência anti-ditatorial: um livro-denúncia inteiramente pesquisado, escrito, impresso e distribuído na mais completa clandestinidade e que causou grande impacto no país e no exterior. Quando o Brasil assinala o cinquentenário do golpe militar, é oportuno que as novas gerações o conheçam. Com sua capa eloquente, obra de Elifas Andreato, e suas 200 páginas de denúncia viva, ele captura em flagrante delito as atrocidades que a ditadura cometia em nosso país.
Em nossos tempos de Comissões da Verdade, a releitura do "Livro Negro da Ditadura Militar" ajuda a esconjurar para sempre aquele passado sombrio, e cimentar a convicção democrática do povo brasileiro: golpe, ditadura, nunca mais!

Para vencer, é preciso lutar sempre!

Aí quem quiser saber mais pode entrar na página do Facebook (no link abaixo):
https://www.facebook.com/events/1423252321278256/?ref_dashboard_filter=upcoming

Espero que gostem e que compareçam! 
Obrigado!
By: Letícia.V

terça-feira, 27 de maio de 2014

Reeleição (ou não) de Dilma / Lula pode voltar a ser presidente....

Olá leitores então, tenho algumas perguntas:

Se a Dilma não for reeleita, o que você acha que pode acontecer, independente (ou dependente) de quem for eleito?
Será que poderá mudar alguma coisa no governo?
E o Lula? Vocês acham que se a Dilma sair, ele volta?

--> Pode-se dizer que se a nossa "querida Dilma não for reeleita, talvez mude pouquíssimas coisas nesse governo. Por que apesar de ela governar mal o país, pensar em investimentos fora daqui, pensar mais em estádios e jogadores do que na importância de uma boa educação, saúde e lazer, temos os deputados corruptos, o ministério, os governadores corruptos e etc... enfim o plenário todo praticamente.
Penso que se for pra mudar geral, teria que fazer uma limpa em todo o governo. Desde prefeitos até a presidente. Mas sabemos que isso é praticamente impossível! (ou não kkk')

--> Quanto a mudanças, como sabemos, muitas coisas erradas que vemos no governo, já vieram de antigamente. Então como se diz o ditado: "é de pequeno que se torce o pepino!", então seria bem difícil acontecer uma mudança drástica nessa porr* de governo.

--> Reeleição do Lula: bom o que eu sei, é que se a Dilma não for reeleita, o Lula poderá voltar. Porque isso foi feito como um combinado, no qual o Lula não poderia se eleger de novo e então, a Dilma ficou, se ela sair o Lula volta para o cargo de presidente e ficara de novo nos 4 anos. Bom do mesmo jeito talvez não mude muita coisa, pois todos acreditaram na Dilma e olha no que deu!

Bom é isso, esta semana ainda vou elaborar mais um post falando agora sobre o Ato Adicional de 1834!

Espero que gostem, mandem suas opiniões se quiserem sobre o Governo de Dilma e por favor pessoas pesquisem muito antes de votar em alguém!

By: Letícia V.

terça-feira, 29 de abril de 2014

Adolf Hitler e sua grande história. (resumidamente resumido)

Olá leitores! Hoje resolvi falar de Hitler, nosso querido (nem tão querido assim) alemão nazista.
Ele tem uma grande história de vida, grandes conquistas, grandes vitórias e grandes derrotas.

Adolf Hitler foi um militar e político, líder do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães (em alemãoNationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei, NSDAP), também conhecido por Partido Nazi ou Nazistasendo ainda oposição aos sociais-democratas, os Sozi. Hitler se tornou chanceler e, posteriormente, ditador alemão. Era filho de um funcionário de alfândega de uma pequena cidade fronteiriça da Áustria com a Alemanha.

Vamos começar contando um pouco da vida de Hitler.
Pouco se sabe sobre sua vida no período do nascimento até à entrada na política, logo após a Primeira Guerra Mundial. Hitler envergonhava-se manifestamente das suas origens humildes. Parece não ter feito nada de relevante até o momento em que iniciou a sua vida militar. As suas declarações em "Mein Kampf", sobre a sua infância, serviram sobretudo para promoção pessoal e são, por isso, pouco confiáveisAdolf Hitler morava numa pequena localidade perto de Linz, na província da Alta-Áustria, próximo da fronteira alemã, e que à época era parte doImpério Austro-Húngaro. O seu pai, Alois Hitler (1837-1903), que nascera como filho ilegítimo, era funcionário da alfândega. Até aos seus quarenta anos, o pai de Hitler, Alois, usou o sobrenome da sua mãe, Schicklgruber. Em 1876, passou a empregar o nome do seu pai adotivo, Johann Georg Hiedler, cujo nome terá sido alterado para "Hitler" por erro de um escrivão, depois de ter feito diligências junto de um sacerdote responsável pelos registros de nascimento para que fosse declarada a paternidade, já depois da morte do seu padrasto. Adolf Hitler chegou a ser acusado, depois, por inimigos políticos, de não ser um Hitler, mas sim um Schicklgruber. A própria propaganda dos aliados fez uso desta acusação ao lançar vários panfletos sobre diversas cidades alemãs com a frase "Heil Schicklgruber" - ainda que estivesse relacionado, de fato, aos Hiedler por parte da sua mãe.

Aqui vai uma cronologia dos feitos de Hitler (só p não ficar muito extenso):
  • 1889 - 20 de abril: Adolf Hitler nasce em Braunau am Inn, na Áustria.
  • 1907 - Setembro: Muda-se para Viena.
  • 1908 - Setembro: Não consegue ser admitido na Academia de Belas-Artes de Viena.
  • 1913 - 24 de maio: Muda-se para Munique, na Alemanha.
  • 1914 - 1° de agosto: A declaração de guerra da Alemanha contra a Rússia assinala a eclosão da Primeira Guerra Mundial.
  • 16 de agosto: Hitler junta-se ao 16° Regimento de Infantaria da Reserva de Baviera.
  • 1918 - 11 de novembro: O armistício termina com a Primeira Guerra Mundial.
  • 1919 - Hitler participa do departamento de informações políticas do Reichswehr e torna-se membro do Partido dos Trabalhadores Alemães.
  • 1920 - O Partido dos Trabalhadores Alemães recebe o nome de Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães, o partido nazista.
  • 1923 - 11 de novembro: Hitler é preso por seu envolvimento no Golpe da Cervejaria. Na prisão, escreve Mein Kampf.
  • 1924 - 20 de dezembro: Hitler sai da prisão.
  • 1926 - 22 de maio: Hitler é indicado para ser líder supremo do Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães e assume a responsabilidade pela ideologia e política partidárias.
  • 1930 - O Partido Nacional-Socialista obtém grande votação nas eleições nacionais, surgindo como o segundo maior partido do país.
Mein Kampf se transforma em livro de sucesso.
  • 1933 - 30 de janeiro: Hitler é nomeado chanceler pelo presidente Hindenburg.
  • 1934 - Agosto: Hitler declara-se Führer e associa a chancelaria com a presidência.
  • Setembro: Hitler ordena crescentes aumentos nos gastos militares.
  • 1936 - 7 de março: Efetivos alemães remilitarizam a Renânia.
  • 29 de março: A política de Hitler é aprovada por 99% do eleitorado alemão.
  • Outubro: Hitler conclui aliança com a Itália fascista.
  • 1938 - A Alemanha incorpora a Áustria e a Tchecoslováquia ao Terceiro Reich.
  • 1939 - O nome de Adolf Hitler é indicado ao Prêmio Nobel da Paz por E.G.C. Brandt, membro do Parlamento sueco.
  • 1939 - 1° de setembro: A invasão alemã da Polônia assinala o início da Segunda Guerra Mundial.
  • 1940 - Forças alemãs invadem a Noruega, Dinamarca, Bélgica, Luxemburgo, Holanda e França.
  • 1941 - 22 de junho: Forças alemãs invadem a União Soviética.
  • 7 de dezembro: o ataque japonês a Pearl Harbor, base naval norte-americana no Havaí, leva os Estados Unidos a entrarem na guerra.
  • 1943 - 31 de janeiro: O VI Exército alemão rende-se em Estalingrado.
  • 7 de setembro: A Itália anuncia a sua rendição.
  • 1944 - 6 de junho: Os Aliados invadem a França ocupada pelos alemães.
  • 20 de junho: Hitler escapa de ser assassinado por oficiais alemães dissidentes.
  • Dezembro: Fracasso da última grande ofensiva alemã no front ocidental.
  • 1945 - 30 de abril: Hitler suicida-se, enquanto os exércitos soviéticos entram em Berlim.
  • 7 de maio: A Alemanha apresenta a sua rendição incondicional.

Agora, porque Hitler odiava tanto os judeus?
Bom, a história conta que Hitler tinha sangue judeu também, e seu pai era um judeu alemão, o qual o bateu muito quando pequeno, e Hitler o odiava. Também li que Hitler teve uma mulher (ou amante) judia, que ele contraiu uma doença dela e acabou que passou a odiar os judeus também. 
Mas em uma pesquisa, está escrito em vários lugares que o médico que cuidou do câncer de sua mãe era judeu. Ele medicou o remédio errado e sua mãe acabou falecendo. Mas algumas pessoas dizem que esse fato não é verdade, pois Hitler teria disponibilizado uma guarda militar para esse médico (mesmo sendo judeu), porque ele fez de tudo para salvar sua mãe.

Vários historiadores afirmam que Hitler era vegetarianoHitler era uma pessoa polida e cordial no trato particular, quase paternal, a confiar na narrativa de Traudl Junge, sua secretária. Quando de suas visitas a Munique, Hitler gostava de se reunir com seus camaradas no restaurante da rua Schelling, sempre pedindo um prato de ravióli e água mineral Fachinger ou ApollinarisA partir de 1943, no entanto, a queda alemã tornou-se inexorável e o atentado de 20 de julho de 1944 contra Hitler, ocorrido no Wolfsschanze(Toca do Lobo), revelou a força da oposição interna. Nessa época a saúde de Hitler estava muito debilitada, possuía problemas cardíacos, era hipocondríaco, sofria de insônia, sofria também de mal de de Parkinson e estava envelhecendo precocemente. Após uma última derrota (ofensiva das Ardenas, em dezembro de 1944), Hitler refugiou-se em um bunker (esconderijo) na cidade de Berlim (o Führerbunker), onde mais tarde cometeria suicídio em 30 de abril de 1945.
Uma maioria esmagadora dos relatos históricos sustenta a tese do suicídio de Hitler. No entanto, existem rumores na América Latina segundo os quais Hitler teria fugido para um país da América do Sul, onde teria morrido com uma doença incurável, tendo sido um sósia a morrer no bunker em Berlim. O mesmo teria acontecido com Eva Braun, sua noiva, com quem teria se casado pouco antes do suicídio. Segundo alguns historiadores, Braun teria se casado com ele somente depois de jurar "fidelidade" e prometer que se mataria junto com ele. Seus corpos não foram encontrados, ele teria mandado sua guarda cremá-los, talvez para que não houvesse nenhum modo de o inimigo torturá-lo vivo, nem após sua morte.
Uma segunda corrente de historiadores, no entanto, acredita que o fim da vida de Adolf Hitler teria ocorrido com a destruição de seu bunker em Berlim, por um grande ataque aéreo dos aliados já no fim da grande guerra. Acreditam ainda que, após este ataque a seu bunker, os corpos de Eva Braun e do braço direito de Hitler, Heinrich Himmler, também foram encontrados, mas em melhores condições que o do próprio Hitler: tinham em seus corpos queimaduras e marcas das ferragens, já o de Adolf estava carbonizado, sendo reconhecido apenas pela sua vestimenta e seu bigode. O reconhecimento do corpo de Hitler foi feito por seus próprios comandantes e soldados capturados. Pelo fato dos corpos terem sido encontrados carbonizados, os aliados teriam vinculado a notícia de que seus corpos não foram encontrados, mas se sabe, através de relatos, que não fora a ordem de Hitler para cremar seus corpos o real motivo para os mesmos terem sido localizados desta forma, mas sim o da explosão de uma bomba que teria destruído o bunker onde ele e seus fiéis colaboradores se encontravam. As autópsias feitas nos corpos encontrados no bunker em Berlim revelaram que em um dos corpos havia uma bala de pistola Luger. Boatos dizem que era a arma com a qual Hitler havia se matado antes da bomba cair em seu bunker, ou ainda que um dos seus colaboradores havia disparado contra Hitler para que o mesmo não fosse capturado vivo pelos aliados.
Bom então é isso. Adolf Hitler nem sempre foi tão mal. Antes de virar um completo nazista ele queria ser artista. Tentou entrar para academias de artes, mas foi rejeitado sempre. Quando pequeno, ele caiu em um lago e quem o salvou foi um padre. Hitler chegou a ganhar o premio Nobel da Paz.

Bom, sei que o que Hitler fazia não era legal. Mas, não podemos deixar de discordar que o cara era cabeça também e conseguiu uma grande história, que será lembrada, creio que, para sempre.
Espero que tenham gostado.
Fontes:
By: Letícia V.
E até mais!

quarta-feira, 23 de abril de 2014

A Organização Politica no Brasil

Em diversas nações do mundo e no Brasil contemporâneo, o poder e atividades governamentais baseiam-se no princípio da divisão em três poderes: executivo, legislativo e judiciário. Em termos conceituais, essa divisão é baseada nas ideias de pensadores iluministas, como John Locke (1632-1704) e Charles de Montesquieu (1689-1755), e visa evitar os desvios e distorções caracterizados pela concentralização dos poderes de governo em um indivíduo ou grupo social, como é o caso dos regimes autoritários e das antigas monarquias absolutistas. Assim, de acordo com Montesquieu, esse modelo tripartite implica não apenas em uma divisão das funções de governo necessárias a um Estado democrático, mas também em mecanismos de controle mútuo entre os diferentes poderes, de forma que nenhum deles se sobressaia, cometendo desvios que possam prejudicar os cidadãos.

O poder executivo é encarregado de realizar as diferentes tarefas administrativas necessárias ao bem comum, observados os limites determinados pelas leis vigentes. No Brasil, é formado por órgãos de administração direta, como ministérios e secretarias, e indireta, como empresas públicas e autarquias.
Por sua vez, o poder legislativo é incumbido da elaboração das leis, por meio das atividades de representantes democraticamente eleitos. Também cabe ao legislativo a aprovação de projetos de lei propostos pelo poder executivo, assim como a fiscalização de suas atividades administrativas (como, por exemplo, a correta destinação de recursos públicos).
A tarefa de interpretação das leis, de garantir os direitos dos individuais e coletivos e de mediar conflitos é de responsabilidade do poder judiciário. Cabem a esse poder o julgamento e a determinação de penas para indivíduos ou entidades que não estejam agindo de acordo com as leis.

Além da divisão dos poderes, as funções de governo no Brasil são divididas também em três diferentes atribuições mecanismos administrativos e até mesmo sistemas de tributação. Dessa maneira, apesar de representarem o poder executivo, o Presidente da República, os governadores dos estados e os prefeitos possuem atribuições e responsabilidades distintas, de acordo com sua esfera de atuação. Por exemplo, no caso do sistema educacional brasileiro, existe uma divisão de responsabilidades entre municípios, estados e governo federal: aos municípios  cabe o gerenciamento de pré-escolas e do ensino fundamental; os estados devem organizar a oferta de ensino médio, mas atuando com os municípios no ensino fundamental; ao governo federal, cabe a regulação do sistema como um tudo e,  de forma específica, do ensino superior.
De forma semelhante, o poder legislativo se divide em diversas esferas com organizações distintas: câmaras de vereadores no caso dos municípios, assembleias legislativas unicamerais no caso dos estados, e o Congresso Nacional (composto pela Câmara dos Deputados e o Senado) no nível federal. No caso do poder judiciário também se observa uma divisão entre órgãos e tribunais federais e estaduais. No entanto, não existem tribunais municipais. Nesse caso, um certo número de municípios podem compor uma comarca, sob o comando de um juiz de direito.

Fonte: Texto da aula de sociologia.
By: Letícia.V

sábado, 12 de abril de 2014

A VOZ QUE EU QUERO OUVIR!

Olá pessoal, demorei mas vim!
Então hoje vamos falar de algo importante e que acho que vocês vão gostar.
Ta rolando aí um "projeto" de assinaturas chamado A Voz que Eu quero Ouvir, que foi aprovado no senado, mas ainda não foi aprovado pela Câmara, onde muitos deputados ainda não enxergam essa necessidade.

Então, estou postando isso com o propósito de passar pra vocês a importância da flexibilização do horário da Voz do Brasil.

Porque é uma necessidade.A Voz do Brasil foi criada em 1935. De lá para cá, o mundo mudou e a necessidade de informação aumentou. Hoje, às 19 horas, o brasileiro precisa saber como está o trânsito para voltar para casa, precisa ouvir músicas para descansar de um dia intenso de trabalho e precisa saber o que está acontecendo na sua cidade em tempo real. Isso passou a ser uma necessidade.

Então pra quem quiser assinar pode chegar aqui:
http://www.avozqueeuqueroouvir.com.br/

Não precisa mandar audio e você pode acompanhar por e-mail.
Vamos lá pessoal, isso é importante!



Valeu ! :D

quinta-feira, 3 de abril de 2014

O que se entende por revolução?

A palavra revolução tem sido empregada de modo a provocar confusões.

A palavra "revolução" encontra empregos correntes para designar alterações contínuas ou súbitas que ocorrem na natureza ou na cultura (coisas que devemos deixar de lado e que os dicionários registram satisfatoriamente). Mesmo na linguagem de senso comum, sabe-se que a palavra se aplica para designar mudanças drásticas e violentas de estrutura da sociedade.
O uso das palavras traduz relações de dominação. Se um golpe de Estado é descrito como "revolução", isso não acontece por acaso. Em primeiro lugar, há uma intenção: a de simular que a revolução democrática não teria sido interrompida. Em segunda lugar, há uma intimidação: uma revolução dita as suas leis, os seus limites e o que ela extingue ou não tolera.
O golpe de Estado extraía a sua vitalidade e a sua auto-justificação de argumentos que nada tinham a ver com "o consentimento" ou com "as necessidades" da Nação como um todo. Ele se voltava contra ela porque uma parte precisava anular e submeter a outra à sua vontade e discrição pela força bruta.
Fica mais difícil para o dominado entender o que está acontecendo e mais fácil defender os abusos e as violações cometidas pelos donos do poder.
O marco de 1964 ilustra muito bem a natureza da batalha que as classes trabalhadoras precisam travar no Brasil. Elas precisam libertar-se da tutela terminológica da burguesia, de relações de dominação que se definem, na área da cultura, como se fossem parte do ar que respiramos ou "simples palavras".
A revolução constitui uma realidade histórica; a contra-revolução é sempre o seu contrário. Se a massa dos trabalhadores quiser desempenhar tarefas práticas específicas e criadoras, ela tem de se apossar primeiro de certas palavras chave. Em seguida, deve calibrá-las cuidadosamente.
No nível mais imediato, a palavra "revolução" recebe um significado que não depende apenas do querer coletivo das classes, possui certas exigências econômicas, sociais, culturais e políticas.
Certas "transformações estruturais" indicam as aproximações com referência a potencialidades de expansão da ordem e se regulam pelo grau de diferenciação interna do sistema de produção propriamente dito.
Não se trata da revolução dos "outros" e para os "outros" pois as classes trabalhadoras e subalternas possuem um enorme interesse direto no raio de revolução da sociedade burguesa.

O desenvolvimento capitalista sofre menos que os teóricos do passado poderiam presumir; ao contrário, ele pode ser "acelerado" além dos interesses da sociedade como um todo e, especialmente, dos interesses das classes trabalhadoras. E estas, como prêmio, recebem uma dose adicional de superexploração e de ultra-opressão, sem condições materiais para remover esses males.

Fonte: Livro "O que é revolução" de Florestan Fernandes / 1º Capitulo resumido.

By: Letícia Vendramin